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Maria Victoria e Rene Segundo

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Maria Victoria e Rene Segundo

Um pouquinho da nossa história...

Escrito pelo Noivo

         Nos conhecemos em um encontro de família. Como existia certa diferença de idade, a possibilidade de uma aproximação entre nós, num primeiro momento, parecia distante. Alguns anos se passaram e, então, recebemos do Kaka e da Gabriela um convite para sermos padrinhos do meu sobrinho. Foi aí, pelo que me recordo, que começaram os primeiros comentários sobre nos conhecermos melhor. Nesse período, a Victoria morava em Curitiba e eu tinha minha vida aqui, em Foz; inclusive achava que não fazia muito sentido nos conhecermos melhor, porque a distancia me parecia uma barreira. Contudo, passamos a nos encontrar com mais frequência, e às vezes nos falávamos pelo Whatsapp. Numa noite de Natal, nos encontramos em uma festinha após a ceia, me lembro de ter chegado pertinho dela e dizer: “Victoria, um dia vamos nos casar”. E ela logo me respondeu: “Quando você quiser casar, me avisa!”.

         A Victoria se formou na faculdade e voltou a morar em Foz. No início, não nos falávamos muito, mas eu já ensaiava uma desculpa para convidar ela para sair: fazer alguma coisa, um jantar, uma balada, a intenção era a de "conhecê-la” melhor. Coincidentemente, próximo a um final de semana, eu estava no Paraguay, quando chega uma mensagem dela, comentando que estava de volta a Foz. Mal sabia ela que até planos para uma “aproximação” eu já tinha! Nessa conversa, combinamos de sair para jantar, muito vinho na minha taça e apenas água na taça dela, não foi uma noite muito fácil para mim. Saímos mais algumas vezes e depois de um mês, fomos a um aniversário de um amigo, bebemos e quando dançávamos o primeiro beijo aconteceu. Para mim, foi algo muito natural, mas diferente de tudo, parecia que já estávamos juntos, que já havíamos nos beijado antes.

         Depois do primeiro beijo, começamos a sair com mais frequência. A Victoria adorava e ainda adora sair para jantar. Assim, fizemos um tour por todos os restaurantes da região, incluindo os da Argentina e do Paraguay. Conforme fomos ganhando intimidade, ela passou a substituir a água em suas taças pelo vinho. Demoramos aproximadamente quatro meses para formalizar o namoro. Como ela gosta de tudo surpresa, um dia passei a tarde organizando um jantar em minha casa, tudo para fazer o pedido de namoro.

           Nesse tempo de namoro vivemos muita coisa, uma delas foi o dia do “empadão”. Na família da Victoria existe uma tradição de que quem comer o empadão da Vó Maria vai se casar! Dito e feito, a família preparou o tal do empadão e me convidou. Quando sentamos à mesa, me deparo com meu sogro afiando uma faca e falando: Espero que você goste desse Empadão, Segundo! E pelo visto essa história de que o Empadão Casamenteiro é verdadeira!

           Assim, dizer tchau vai ficando cada vez mais difícil, deixá-la em casa e ir sozinho para a minha se torna um desafio. A vontade de estar junto no dia-a-dia, de compartilhar todos os momentos, principalmente, os mais simples se torna incrível. A Victoria passou não somente a fazer parte dos meus sonhos, ela se tornou meu próprio sonho.

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